And so it's… Just like you said it would be… Life goes easy on me… Most of the time… And so it's… The shorter story… No love, no glory… No hero in her sky… I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes... And so it's, just like you said it should be… We'll both forget the breeze…Most of the time and so it's, the colder water, the blower's daughter, the pupil in denial… I can't take my eyes off of you…I can't take my eyes off of you…I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes off of you… I can't take my eyes... Did I say that I loathe you? Did I say that I want to… Leave it all behind? I can't take my mind off of you… I can't take my mind off of you… I can't take my mind off of you… I can't take my mind off of you… I can't take my mind off of you… I can't take my mind... My mind... my mind... 'til I find somebody new [...]
saiba que forte eu sei chegar, se for preciso eu sumo!
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Soneto de Fidelidade.
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(Vinícius de Moraes)
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
eternidade.
E pra mim o infinito tem sempre um ponto final. E não estou falando de números ou de estrelas no céu. Estou falando de sentimentos, e enquanto existir a razão, amores eternos terminarão em 'the end' e créditos no final.
O importante mesmo é aproveitar o breve momento em que se vive um amor verdadeiro. E assim, e só assim, qualquer segundo será um eternidade, e uma eternidade ainda é pouco para ficar com que se ama.
O importante mesmo é aproveitar o breve momento em que se vive um amor verdadeiro. E assim, e só assim, qualquer segundo será um eternidade, e uma eternidade ainda é pouco para ficar com que se ama.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O professor me ensinou, fazer uma carta de amor...
Tava com cara que carimba postais, que por descuido abriu uma carta que voltou, levou um susto que lhe abriu a boca, esse recado veio pra mim, não pro senhor... Recebo o crack, colante dinheiro parco, embrulhado, em papel carbono e barbante até cabelo cortado, retrato de 3x4, prá batizado distante, mas isso aqui, meu senhor é uma carta de amor...
[...]
Mas esse cara tem a língua solta, a minha carta ele musicou! Tava em casa, a vitamina pronta. Ouvi no rádio a minha carta de amor.. Dizendo: - Eu caso contente, papel passado e presente, desembrulhado o vestido, eu volto logo, me espera, não brigue nunca comigo, eu quero ver nossos filhos... O professor me ensinou fazer uma carta de amor...
(Cássia Eller)
domingo, 16 de janeiro de 2011
Confesso. ♪
Confesso, acordei achando tudo indiferente. Verdade, acabei sentindo cada dia igual... Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante... Quem sabe o amor tenha chegado ao final. Não vou dizer que tudo é banalidade, ainda há surpresas mas eu sempre quero mais... É mesmo exagero ou vaidade. Eu não te dou sossego, eu não te deixo em paz... Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás... Não vou mentir, nem tudo que falei eu sou capaz... Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais... Tanta coisa foi acumulando em nossa vida, eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder, aos poucos fui ficando mesmo sem saída. Perder o vazio é empobrecer! Não vou querer ser o dono da verdade... Também tenho saudade, mas já são quatro e tal, talvez eu passe um tempo longe da cidade... Quem sabe eu volte cedo... Ou não volte mais... Não vou pedir a porta aberta, é como olhar pra trás. Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz... Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais... Não vou querer ser o dono da verdade, também tenho saudade mas já são quatro e tal... Talvez eu passe um tempo longe da cidade... Quem sabe eu volte cedo... Ou não volte mais. Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás. Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz... Não vou roubar teu tempo, eu já roubei demais...
(Ana Carolina)
domingo, 2 de janeiro de 2011
um pouco de chuva.
a chuva lava a alma, lava os problemas. lava tudo.
com ela escorre cada pingo de dor.
a mesma chuva que te prende em casa quando você mais quer sair, é a chuva que te prende na rua quando você só quer se molhar.
ela faz todo sentido pra mim.. quando o céu chora. ele tambem precisa transbordar.
e é a tristeza do céu, que faz esse paradoxo em mim.. será que a chuva me prende, ou me liberta?
com ela escorre cada pingo de dor.
a mesma chuva que te prende em casa quando você mais quer sair, é a chuva que te prende na rua quando você só quer se molhar.
ela faz todo sentido pra mim.. quando o céu chora. ele tambem precisa transbordar.
e é a tristeza do céu, que faz esse paradoxo em mim.. será que a chuva me prende, ou me liberta?
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